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MÓDULO 3.3

🧹 Limpando sessão e auditando com subagentes

Context rot é o vilão real. /clear vs /compact vs /usage. Subagent fresh pra auditar. 1M context não é lixão.

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🦠 Context rot: o vilão real

A maioria das sessões ruins NÃO é modelo fraco. É contexto errado carregado por tempo demais. Tentativas falhadas, paths obsoletos, info desatualizada — tudo "pesa" no raciocínio.

⚠️ Sintomas de context rot

  • Modelo sugere "vamos tentar X" — quando X já falhou 3 turns atrás
  • Cita arquivo que foi deletado ou renomeado
  • Aplica padrão antigo que você corrigiu antes
  • Loops em hipóteses já descartadas
  • Resposta parece "boa" mas erra detalhes que sessão inicial acertava

Reflexo profissional: reconhecer rot = limpar > insistir. Contraintuitivo no início, vira hábito depois.

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🧽 /clear vs /compact

/compact

Modelo resume a conversa e SUBSTITUI o histórico pela síntese. Você não escolhe o que entra no resumo.

Vantagem: cômodo, automático.
Risco: resumo pode pular detalhe crítico.

/clear

Você ANOTA o que importa, dispara /clear, começa do zero com seu resumo curado.

Vantagem: contexto exato que VOCÊ quer.
Risco: mais trabalho.

Regra prática: task encerrada (terminei feature) → /clear antes da próxima. Sessão longa que ainda não terminou → /compact pra ganhar fôlego.

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📊 /usage: visibilidade em tempo real

Comando novo (2026): mostra consumo da sessão em real-time. Permite decisão proativa em vez de reativa.

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Antes de task grande

Rode /usage. Se já está >60%, dá /compact antes. Se <40%, segue.

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Após audit pesada

Audit jogou 50 arquivos no context. Veja /usage. Saltou? Hora de /clear e continuar leve.

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Sinal pra trocar de agente

Context >75% e ainda não chegou na causa? Faz handoff. O agente novo entra com context limpo (T2 módulo 2.3).

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🔍 Audit por subagent fresh

O uso #1 mais lucrativo de subagent. Em vez de auditar inline (flooda context principal), spawn subagent — ele varre tudo, devolve resumo curto.

Antes (inline — ruim):

Você: "Audite todos os endpoints em src/api/"
Agente: [lê 50 arquivos]
       [retorna análise de 5000 linhas no context]
       [seu context principal agora pesa 80%]

Depois (subagent — bom):

Você: "Spawn audit-endpoints. Retorne SOMENTE punch list (max 20 itens)."
Subagent: [lê 50 arquivos em context próprio]
         [sintetiza]
Pai: [recebe só as 20 linhas]
     [context principal: 20% — leve]

Ganho real: 5000 → 20 linhas. Você mantém o context principal pra DECISÕES, não pra exploração.

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📦 1M context: usar sem virar lixão

Claude 1M context é tentação. NÃO é convite a guardar tudo. É convite a planejar o que vale.

✗ Anti-pattern

  • Carregar 50 arquivos "por garantia"
  • Não dar /clear porque "tem espaço"
  • Repetir contexto que já está implícito
  • Achar que mais context = melhor resposta

✓ Padrão correto

  • Carrega só o necessário pra ESTA task
  • /clear entre tasks distintas
  • Delega exploração pra subagent
  • Curadoria > quantidade

Princípio: mais context não é melhor decisão. Curadoria de context vence quantidade. Subagent é seu aliado pra delegar exploração sem inchaço.

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🔄 Codex worker write-enabled vs Claude Plan

Diferença filosófica que muda quando usar cada um pra DELEGAR:

Codex: worker write-enabled

Codex tem subagent explicitamente marcado como executor write-enabled. Ideal pra:

  • • Batch de mudanças paralelas
  • • Aplicar mesmo refator em 6 áreas
  • • Fan-out de tasks independentes

Claude: Plan subagent

Claude tem subagent dedicado à fase de planejamento. Ideal pra:

  • • Pensar antes de executar
  • • Estruturar refator complexo
  • • Sequência de passos com dependências

Resumo conceitual: Codex organiza subagents por unidade de execução. Claude organiza por fase de pensamento. Combina: Claude planeja → Codex executa em paralelo.

📚 Resumo

Context rot é a causa #1 de sessão ruim
/clear > /compact pra encerrar task
/usage dá visibilidade pra agir antes do limite
Audit via subagent = 5000 → 20 linhas no pai
1M context não é convite a inchaço
Codex worker (execução) + Claude Plan (pensamento) — combina

Próximo:

3.4 — Worktrees + 2 terminais em paralelo (fechamento)